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sexta-feira, 5 de julho de 2013

A procura de maquiagens que não são testadas em animais!


 "As marcas internacionais, se não estiverem na lista, provavelmente testam( ou pelo menos testam na China!). Sei que as empresas tentam nos enrolar. Entrei em contato com várias, que dizem que investem milhões em pesquisas, que são contra teste…lalalalaal ..ai vc fica achando a empresa legal, mas ai vc lê direito e depois deste discurso eles dizem que testam menos de 1%!! Ou seja TESTAM!!!!! Tb dão aquelas resposta, de que não testam, só quando a lei exige, isto quer dizer que eles vendem na China e TESTAM!!! Por isso a lista do Peta é tão importante!" Diz a Luísa Mell.
Veja mais no site abaixo:

http://luisamell.com.br/maquiagem-que-nao-testa-em-animais/

domingo, 1 de abril de 2012

Adidas usa pele de cangurus na fabricação de calçados

  Cerca de 11 milhões de cangurus são abatidos anualmente para aproveitar a sua pele, que é usada em todo o mundo na fabricação de vários materiais, nomeadamente desportivos. A sua carne é também vendida e servida em restaurantes por todo o mundo.
  Este massacre, que já contribuiu para a extinção de algumas espécies, pode levar à extinção dos cangurus em alguns anos. A matança destes animais constitui o maior massacre de animais selvagens no mundo, só ultrapassado pelo do bisonte americano no século passado.

  A Austrália exporta mais de 3 milhões de peles de canguru, que valem mais de 12 milhões de dólares, para a Europa e EUA todos os anos. A grande maioria destas peles é usada para fazer botas de futebol, das marcas Adidas, Predator e Umbro XA1, que são vendidas no mundo inteiro. É também usada para luvas de golfe e de baseball. Os produtos estão geralmente marcados como "K leather" ou "RKT" (rubberised kangoroo technology) para esconder o facto de que são feitos de pele de canguru chacinado.
  O Governo australiano aumentou para 7 milhões o número de animais que puderam ser legalmente mortos à poucos anos atrás, número que não inclui os bebês que são também mortos quando as suas mães são alvejadas. No entanto, ultrapassaria o número de 11 milhões.
  Um massacre dessa dimensão pode extinguir estes animais em poucos anos, pois destrói o processo de selecção natural, uma vez que os animais os maiores e os mais aptos são igualmente alvejados.
  Seis espécies de cangurus estão já extintas, mais quatro na Austrália continental e dezessete que estão em perigo ou vulneráveis.
  Usam-se como argumentos para este massacre que os cangurus destroem os campos de trigo ou competem pelos pastos das ovelhas. Estes argumentos não são, contudo, consensuais. A CSIRO (Commonwealth Scientific & Industrial Research Organisation) constatou que 95% dos campos de trigo nunca foram visitados por cangurus. Um outro estudo, realizado pelo Dr Steven McLeod (NSW Agriculture), que examinou se os cangurus vermelhos afectavam os pastos das ovelhas, não encontrou nenhuma competição pela comida entre os animais, mesmo em condições de seca.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Lutas entre Pit Bulls


Este é o vídeo mais recente da excelente Ciddy Fonteboa, que nos diz uma história inspiradora sobre o seu pit bull resgatado Oompa, que escapou dos horrores do cão de combate graças à Ciddy.
  
Pit Bulls lutam porque eles foram criados para isso.
E toda essa monstruosidade e estupidez por causa de dinheiro!

The Face of Dogfighting: Incrível jornada de um cão

Seu nome era Stallone. Resgatados durante uma operação dogfighting, este terrier pitbull ganhou o amor de todos em torno dele. A história comovente da vítima lança luz sobre a extrema crueldade, ele e outros cães como ele, sofreram - luta após luta.
  


O lutador do cão que foi vitimado Stallone foi condenado a 24 meses em uma prisão federal. 

Cachorros usados como cobaias são libertados na Espanha

RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER) -  No dia 23 de novembro, a ONG Resgate de Animais, Educação & Média (Animal Rescue, Media & Education - ARME, em inglês), através do Projeto para Libertação de Beagles, resgatou 40 cachorros desta raça de um laboratório de testes, na Espanha.
Após a falência da empresa, especializada em testes laboratoriais de produtos de cosmética, os beagles foram libertados pela ARME. Pela primeira vez, os animais que eram tratados como objetos e identificados por números, viram o sol e pisaram na grama.
“Eles viviam em jaulas individuais, em grupos de 10 por cada sala sem nunca interagirem uns com os outros”, revelou Gary Smith, porta-voz da sociedade protetora dos animais. Smith referiu ainda que os beagles, "cães de companhia muito dóceis", são "considerados ideias para os testes de laboratório" pelo seu temperamento.
Os animais resgatados serão entregues para a adoção.


VEJA O VÍDEO DE UMA DAS AÇÕES DE RESGATE DA ARME